As doenças congênitas cervicofaciais representam uma ampla gama de condições que podem afetar significativamente a qualidade de vida desde os primeiros estágios de vida. Abrangendo desde cistos do ducto tireoglosso até anomalias vasculares como linfangiomas e hemangiomas, estas condições demandam um entendimento profundo para diagnóstico preciso e tratamento efetivo. Como especialista em cirurgia de cabeça e pescoço, atuo no diagnóstico e manejo dessas complexidades, combinando conhecimento técnico e abordagem compassiva para oferecer cuidados personalizados e direcionados que visam não apenas tratar as condições médicas, mas também melhorar o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes.
O cisto do ducto tireoglosso é uma anomalia congênita que surge a partir de remanescentes do ducto tireoglosso, uma estrutura associada ao desenvolvimento da glândula tireoide. Este cisto normalmente se apresenta como uma massa pequena e palpável localizada na linha média do pescoço, logo acima do osso hióide. Embora muitas vezes seja assintomático, alguns indivíduos podem sentir inchaço, sensibilidade ou desconforto na área afetada, especialmente durante períodos de doença ou infecção. Em casos mais graves, cistos maiores podem causar dificuldades para engolir, respirar ou falar.
O
diagnóstico de um cisto do ducto tireoglosso normalmente envolve o exame físico abrangente do pescoço por um profissional de saúde, complementado por estudos de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética para visualizar o cisto e avaliar sua relação com estruturas anatômicas adjacentes. Além disso, uma biópsia aspirativa com agulha fina (PAAF) pode ser realizada para confirmar a natureza do cisto e descartar outras condições potenciais.
O
tratamento primário para um cisto do ducto tireoglosso envolve a excisão cirúrgica, normalmente por meio de um procedimento conhecido como operação de Sistrunk, que envolve a remoção do cisto, bem como do ducto tireoglosso, para prevenir a recorrência. Nos casos em que o cisto infecciona, podem ser prescritos antibióticos para tratar a infecção subjacente.
Os cistos branquiais, também chamados de cistos de fenda branquial, são anomalias de desenvolvimento decorrentes do fechamento incompleto das fendas branquiais durante o desenvolvimento embrionário. Esses cistos geralmente se manifestam como massas palpáveis e indolores localizadas no pescoço, geralmente próximo à borda anterior do músculo esternocleidomastóideo. Embora geralmente sejam assintomáticos, os indivíduos podem apresentar inchaço, sensibilidade ou, em casos de infecção, drenagem de líquido do cisto. Em casos mais graves, cistos maiores ou infectados podem causar dificuldades em engolir ou respirar.
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diagnóstico de cistos branquiais envolve o exame físico, complementado por estudos de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética para visualizar o cisto e avaliar sua relação com as estruturas anatômicas circundantes. Além disso, uma biópsia aspirativa com agulha fina (PAAF) pode ser realizada para confirmar a natureza do cisto e descartar diagnósticos alternativos.
O tratamento primário para cistos branquiais envolve a excisão cirúrgica, com o objetivo de remover completamente o cisto e quaisquer tratos associados para prevenir a recorrência. Em casos de infecção, podem ser prescritos antibióticos para tratar a infecção subjacente.
Linfangiomas e hemangiomas são anomalias vasculares distintas que podem se manifestar com sintomas únicos e requerem abordagens específicas para diagnóstico e tratamento.
Sintomas de linfangioma:
Os linfangiomas geralmente se apresentam como massas moles e esponjosas, normalmente observadas na região da cabeça e pescoço, mas também podem ocorrer em outras partes do corpo. À medida que crescem, podem exercer pressão sobre estruturas adjacentes, podendo levar a complicações como dificuldade em respirar ou engolir.
Sintomas de hemangioma:
Em contraste, os hemangiomas geralmente aparecem como marcas vermelhas e planas na pele, comumente encontradas no rosto, couro cabeludo, tórax ou costas. Eles passam por uma fase de crescimento rápido seguida por uma fase de regressão mais lenta e, em alguns casos, podem surgir complicações se o hemangioma ulcerar ou causar comprometimento funcional.
Diagnóstico:
O diagnóstico de linfangiomas e hemangiomas envolve o exame físico, além de exames de imagem como ultrassonografia, ressonância magnética ou tomografia computadorizada para avaliar a extensão e as características da anomalia vascular.
Tratamento:
O manejo de linfangiomas e hemangiomas abrange uma série de intervenções, incluindo observação, medicação ou abordagens processuais adaptadas ao tamanho, localização e sintomas associados à lesão. Essas intervenções podem envolver remoção cirúrgica, terapia a laser, escleroterapia ou uso de medicamentos orais ou tópicos. O acompanhamento regular com um profissional de saúde é essencial para monitorar a condição e fazer os ajustes necessários no plano de tratamento.
Sou a Dra. Natália Andrade, cirurgiã de cabeça e pescoço.
Minha jornada na medicina começou cedo, aos 16 anos, na UNICAMP, e desde então, dediquei minha vida a cuidar de pessoas, impulsionada por uma experiência pessoal que me fez entender profundamente a importância de um tratamento acolhedor e eficaz. Após minha graduação, especializei-me em Cirurgia Geral e Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital das Clínicas da USP, concluindo meu doutorado em Ciências pela mesma instituição.
Hoje, com mais de uma década de experiência, continuo a me dedicar à excelência no cuidado aos meus pacientes, combinando conhecimento técnico com um olhar humano e acolhedor.
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