A prevalência de disfagia, ou dificuldade em engolir, e rouquidão, ou alterações na voz, pode variar dependendo das causas subjacentes e dos fatores contribuintes. A disfagia é relatada como prevalente em aproximadamente 16-22% da população em geral, com taxas mais altas entre idosos e indivíduos com certas condições médicas. Da mesma forma, a rouquidão é um sintoma comum e pode afetar indivíduos de todas as idades, com estimativas sugerindo que cerca de 6% da população pode sentir rouquidão persistente em algum momento da vida. Esses sintomas podem ser indicativos de várias patologias, e a investigação das causas é fundamental para o correto tratamento.
A investigação da voz e da disfagia normalmente envolve uma avaliação abrangente da garganta, das cordas vocais e da função de deglutição. Isso pode incluir uma laringoscopia, um procedimento que utiliza um escopo fino e flexível para examinar visualmente a garganta e a laringe em busca de quaisquer anormalidades, como paralisia ou lesões em pregas vocais. A avaliação endoscópica da deglutição por fibra óptica (ou videoendoscopia da deglutição) é uma importante ferramenta diagnóstica usada para avaliar a função da deglutição e identificar possíveis problemas no trato digestivo superior. Estas investigações detalhadas visam identificar a causa raiz das dificuldades de voz ou de deglutição, permitindo aos profissionais de saúde elaborar um plano de tratamento eficaz e direcionado.
A videoendoscopia da deglutição é recomendada para pacientes que apresentam sintomas como dificuldade para engolir (disfagia), tosse ou engasgo ao comer, pneumonia recorrente, perda de peso inexplicável ou histórico de aspiração. Além disso, é útil para indivíduos com problemas neurológicos, câncer de cabeça e pescoço ou que foram submetidos a cirurgia de cabeça e pescoço. A VED desempenha um papel crucial na avaliação da coordenação e segurança da deglutição, identificando o risco potencial de aspiração e fornecendo informações para orientações específicas de ajustes dietéticos e terapia de deglutição direcionada.
A laringoscopia é um procedimento essencial para avaliar lesões das vias aéreas superiores, em especial as laríngeas. Envolve o uso de um instrumento especializado denominado laringoscópio para visualizar diretamente as estruturas desde a nasofaringe até a glote, incluindo avaliações dinâmicas durante a respiração ou deglutição. Isso permite que os profissionais de saúde examinem meticulosamente o tamanho, a localização e as características específicas de quaisquer lesões na área laríngea. A avaliação detalhada obtida através da laringoscopia é inestimável para determinar com precisão a natureza das lesões das vias aéreas e é fundamental para orientar biópsias, em caso de necessidade.
Antes de uma laringoscopia ou de uma VED, é importante seguir as instruções pré-procedimento fornecidas pelo seu médico. Isso pode incluir jejum por um determinado período de tempo antes do procedimento, bem como quaisquer orientações específicas relacionadas à sua rotina de medicação.
Durante o procedimento, você será solicitado a sentar-se e um anestésico local poderá ser aplicado na garganta para minimizar o desconforto. O médico usará então um laringoscópio para examinar sua via aérea desde a região nasal até as pregas vocais. Isso pode ser feito com um laringoscópio flexível passado pelo nariz ou um laringoscópio rígido inserido pela boca. O procedimento geralmente é rápido e geralmente bem tolerado.
No caso da VED, após a inserção do laringoscópio flexível, alguns tipos de alimentos e líquidos podem ser ofertados, em diferentes consistências, para que se possa identificar problemas como aspiração, onde o alimento ou líquido entra nas vias aéreas, e avaliar a eficácia de várias manobras e estratégias de deglutição.
Sou a Dra. Natália Andrade, cirurgiã de cabeça e pescoço.
Minha jornada na medicina começou cedo, aos 16 anos, na UNICAMP, e desde então, dediquei minha vida a cuidar de pessoas, impulsionada por uma experiência pessoal que me fez entender profundamente a importância de um tratamento acolhedor e eficaz. Após minha graduação, especializei-me em Cirurgia Geral e Cirurgia de Cabeça e Pescoço no Hospital das Clínicas da USP, concluindo meu doutorado em Ciências pela mesma instituição.
Hoje, com mais de uma década de experiência, continuo a me dedicar à excelência no cuidado aos meus pacientes, combinando conhecimento técnico com um olhar humano e acolhedor.
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